Missão: Casa de Misericórdia, com o objetivo de acolher, direcionar e reintegrar Adolescentes, Jovens e Adultos na Sociedade.
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segunda-feira, 20 de junho de 2011
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Porcos-espinho
Há milhões de anos, durante uma era glacial, quando parte de nosso planeta esteve coberto por grandes camadas de gelo, muitos animais, não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições.
Foi, então, que uma grande quantidade de porcos-espinho, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, juntar-se mais e mais.
Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.
Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito...
Mas essa não foi a melhor solução! Afastados, separados, logo começaram a morrer de frio, congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros.
Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram.
É fácil trocar palavras, difícil é interpretar o silêncio!
É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos, difícil é reter o calor!
Foi, então, que uma grande quantidade de porcos-espinho, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, juntar-se mais e mais.
Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.
Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito...
Mas essa não foi a melhor solução! Afastados, separados, logo começaram a morrer de frio, congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros.
Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram.
É fácil trocar palavras, difícil é interpretar o silêncio!
É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos, difícil é reter o calor!
quarta-feira, 15 de junho de 2011
LIBERTAÇÃO DOS VÍCIOS:
Busque a felícidade em Jesus. Consagre sua vida e experimente o poder de Jesus tocando a sua alma e renovando teu espírito. Bem vindo a uma nova VIDA! Pe. Marcelo Rossi
quinta-feira, 9 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Felicidade
Muito além do que meus olhos podem ver foi o que Deus me deu
Muito além do que minhas mãos podem tocar foi o que Deus me deu
Muito além do que os homens podem notar foi o que Deus me deu
Mais que as aparências podem demonstrar ele me concedeu
Muito além do que minhas mãos podem tocar foi o que Deus me deu
Muito além do que os homens podem notar foi o que Deus me deu
Mais que as aparências podem demonstrar ele me concedeu
Deus me deu a felicidade de dentro pra fora
Um amor que não dá pra explicar
Me deu um amor de verdade que não está sujeito
Às intempéries da vida
Um amor que não dá pra explicar
Me deu um amor de verdade que não está sujeito
Às intempéries da vida
Me deu a felicidade de dentro pra fora
E que ninguém pode roubar
Me deu um amor de verdade que nem os fracassos
Nem as vitórias conseguem mudar".
E que ninguém pode roubar
Me deu um amor de verdade que nem os fracassos
Nem as vitórias conseguem mudar".
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