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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Qual é a chave? Qual é o segredo?


Qual é a chave? Qual é o segredo?
Que abre as portas do teu coração? (Bis)

Porque não falar se Ele quer te ouvir
Porque se esconder se Ele está aqui
Porque não aceitar se Ele quer te dar
Porque insistir em resistir
Pois Ele tem tanto pra te falar
Quer te amar te perdoar
Mas é você que tem que abrir o coração
Deixa Jesus te consolar
Deixa Jesus te abençoar
Deixa Jesus te dar a tua Salvação

Qual é a chave? Qual é o segredo? (Bis)
Que abre as portas do teu coração?

Já fez suas orações Hoje???


Senhor: Fazei de mim um instrumento de vossa Paz.
Onde houver Ódio, que eu leve o Amor,
Onde houver Ofensa, que eu leve o Perdão.
Onde houver Discórdia, que eu leve a União.
Onde houver Dúvida, que eu leve a .
Onde houver Erro, que eu leve a Verdade.
Onde houver Desespero, que eu leve a Esperança.
Onde houver Tristeza, que eu leve a Alegria.
Onde houver Trevas, que eu leve a Luz!
Ó Mestre,
fazei que eu procure mais:
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois é dando, que se recebe.
Perdoando, que se é perdoado e
é morrendo, que se vive para a vida eterna!
Amém

quinta-feira, 14 de julho de 2011

O Espetáculo do Sol

       
       Amigo, se algum dia você se sentir desprezado pelas pessoas, não se aborreça. Se algum dia você perceber que não valorizam os seus esforços para melhorar, não fique nervoso e aborrecido, isto só lhe faria mal.
        Se algum dia você se sentir rejeitado pelos homens e, esquecido, colocado em segundo ligar, não se aborreça, não serás menor por causa disso.
       Se você fez um belo trabalho e ninguém te parabenizou não fique frustrado, a sua obra continuará grade.
       pois também o Sol nasce todos os dias e, gratuitamente, dá um grande espetáculo ao nascer, mas a maioria da plateia continua dormindo e não pode lhe aplaudir.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Porcos-espinho



Há milhões de anos, durante uma era glacial, quando parte de nosso planeta esteve coberto por grandes camadas de gelo, muitos animais, não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições.
Foi, então, que uma grande quantidade de porcos-espinho, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, juntar-se mais e mais.
Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.
Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito...
Mas essa não foi a melhor solução! Afastados, separados, logo começaram a morrer de frio, congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros.
Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram.

É fácil trocar palavras, difícil é interpretar o silêncio!
É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos, difícil é reter o calor!

Diario

quarta-feira, 15 de junho de 2011

LIBERTAÇÃO DOS VÍCIOS:


Busque a felícidade em Jesus. Consagre sua vida e experimente o poder de Jesus tocando a sua alma e renovando teu espírito. Bem vindo a uma nova VIDA!    Pe. Marcelo Rossi

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Felicidade

 
Muito além do que meus olhos podem ver foi o que Deus me deu
Muito além do que minhas mãos podem tocar foi o que Deus me deu
Muito além do que os homens podem notar foi o que Deus me deu
Mais que as aparências podem demonstrar ele me concedeu

Deus me deu a felicidade de dentro pra fora
Um amor que não dá pra explicar
Me deu um amor de verdade que não está sujeito
Às intempéries da vida

Me deu a felicidade de dentro pra fora
E que ninguém pode roubar
Me deu um amor de verdade que nem os fracassos
Nem as vitórias conseguem mudar".

terça-feira, 31 de maio de 2011

Paz




Perceba quão maravilhoso é Deus que se revela e nos dá a sua PAZ. Abra seu coração, sinta todo o vazio ser preenchido pela presença do Espirito Santo, que elimina toda e qualquer tristeza, purifica e enriquece a alma.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Depressão:

Não espere as coisas melhorarem, se esforce a cada dia para que tudo seja diferente. Sua felicidade depende de você, de sua fé e de suas escolhas, acredite!     Pe. Marcelo Rossi



Fé não é só ter esperança ou de alguma forma esperar que algo aconteça, mas, sim, acreditar, ter a certeza de que Deus não desampara um filho. Fé é saber esperar sem desacreditar, sem ter  pressa, sem desanimar!                               Pe. Marcelo Rossi


Provações:


A coragem e a perseverança em Deus são os melhores sentimentos para que as provações sejam superadas e os obstáculos se tornem apenas grandes experiências. 

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Mensagem



"A paz do mundo consiste exatamente no respeito ao próximo e na condição de aceitar e saber transformar cada obstáculo que a vida nos impõe. "    Pe. Marcelo Rossi

sexta-feira, 20 de maio de 2011




O poeta Carlos Drummond de Andrade escreveu um poema que dizia:
"No meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra
no meio do caminho".
Quantas e quantas pedras encontramos em nossos caminhos! E o que fazemos? Paramos com a nossa caminhada, retrocedemos? Chutamos as pedras, esbravejando? De nada adianta chutá-las, xingar, as pedras não ouvem. Mesmo que sejam pesadas, devemos removê-las do caminho, se preciso com a ajuda de outros.
Vejo, na Fazenda da Solidariedade, um bom e digno exemplo. Com o trabalho, a dedicação do Frei Valdo, algumas pessoas que, por circunstâncias diversas, não souberam se desviar ou remover as pedras do seu caminhho, estão aprendendo a fazê-lo, agora, pensando, refletindo, conscientizando-se de que o caminho pelo qual enveredaram era difícil, perigoso, obscuro. Hoje, com o carinho de todos os que os cercam, com a proteção de um Deus que é PAI, recuperam a sua dignidade e veem como são importantes para si e para o mundo.
Nos nossos encontros semanais, nossas aulas de Português se transformam, às vezes, no momento da introspecção, do descobrir-se, do valorizar-se. E que alegria sinto, a cada encontro, de ver o sorriso de cada um, o seu crescer, o seu renascer, o seu buscar-se, que se pode sentir pelas suas palavras ao escreverem um texto cujo título é: "Por que sou importante?"
Transcrevo alguns fragmentos bem significativos dos textos de cada um.
- Porque estou aprendendo a dar valor à minha vida. Porque tenho um filho e serei muito importante na vida dele. (Wesley)
- Eu sou tão importante para mim que eu gosto de ajudar os irmãos. Eu continuo importante das coisas da minha família. (Argemiro)
- Uma família torna-se feliz participando de tudo junto com os amigos, vizinhos em tudo como: religião, escolas, lazeres. Tudo isso eu tenho, por isso me sinto feliz. (João Vieira)
- Sou muito importante porque tenho pessoas que acreditam e fazem acreditar que eu sou importante. Porque tenho sonhos, realizo metas, sou capaz. (Enderson)
- Sempre deixei portas abertas, tanto que antes de vir para o meu tratamento me procuraram para trabalhar, então parei e pensei sobre minha situação e achei melhor me cuidar primeiro para voltar ao mundo com força total e a graça de Deus Nosso Senhor Jesus Cristo. Amém! (Sérgio)

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Rita Maria Vaz de Mello

quinta-feira, 5 de maio de 2011

EMATER ministra cursos na Fazenda da Solidariedade através do SENAR

Foi ministrado de 26/04/2011 a 30/04/2011 na Comunidade Terapêutica Fazenda da Solidariedade São Francisco de Assis através da parceria coma EMATER, uma capacitação aos jovens que se encontrão acolhidos na Instituição, para fins de retorno a Comunidade e ao  mercado de trabalho.

Curso de manuseio de Hortaliças  (Plantio, Cultivação e Colheita)

Instrutor da EMATER Alex Altino

terça-feira, 19 de abril de 2011

Palavra do Fundador!

O DIA EM QUE JESUS CHOROU “Jesus chorou” (Jo 11,35)
Caro embaixador(a) da solidariedade, a perícope que escolhemos para iniciar nossa reflexão é, sem dúvida, o menor versículo da Bíblia. Revela no entanto, um alto teor teológico: a profunda humanidade da pessoa de Jesus. Este texto evidencia a admirável sensibilidade do homem que ama seus amigos e se emociona com a dor e o sofrimento provocados pela morte de Lázaro. É daqui que nasce o carisma da Fazenda da Solidariedade São Francisco de Assis.
Na sequência dramática do relato ambientado em Betânia, João, por três vezes, destaca que Jesus se comove e chora, manifestando profunda emoção pela morte de Lázaro. Recordo aqui o dia em que a Paróquia São Sebastião e a Família Solidária chorou por verem tantas famílias sofrendo com seus dependentes químicos. Hoje tentamos amenizar um pouco esta dor, resgatando e curando as feridas abertas por uma sociedade desumana,  excludente,  e  por  que  não dizer, uma sociedade que gera multidões de famintos, deixados à margem do grande giro econômico, excluídos do bem comum.
E por que Jesus chora? Não estava Ele imbuído de confiança, cônscio de que o amigo apenas dormia e que seria capaz de despertá-lo (v.11)? Embora Jesus veja na doença de Lázaro uma oportunidade de Deus devolver-lhe a vida. Não é este o nosso carisma?
Maria, irmã de Lázaro, proferiu a mais bela verdade: “SENHOR, SE ESTIVESSEIS AQUI, MEU IRMÃO NÃO TERIA MORRIDO”  (v.32).
Para isso Jesus veio ao mundo: redimir, por amor, o gênero humano e libertá-lo do mal. O homem não foi feito para morrer. Mas Jesus também sabe que a vida que devolve a Lázaro não é definitiva. A vida nova que veio trazer, e que jamais há de se extinguir, apenas se manifestará após Ele mesmo padecer o suplício da paixão e entregar sua vida na cruz em resgate da humanidade. Somente o Cristo, divino e humano, poderia, solidariamente, chorar as dores da criação inteira, e também a nossa que suspiramos pela  redenção   do  nosso  corpo  (Rm 8,22 s.). A Páscoa transmuda o choro na alegria da caridade que levou Jesus ao dom de sua vida.
Conforme a profecia de Isaías (65,19), na nossa Fazenda da Solidariedade, com nossos filhos resgatados, não se tornará a ouvir choro nem lamentações. Porque, “onde quer que Deus chore, enxugaremos suas lágrimas”.
__________________________Pe. Valdo
Palavra do Fundador! 

EVANGELIZAR COM A BELEZA
Assim diz Luci Rosendo: “Antes de chegar à comunidade terapêutica sempre mexi com estética, moda e designer”. Mas na Fazenda da Esperança tive uma descoberta pessoal imensa de que Deus é o belo e isso mudou meu conceito de beleza e harmonia, consequentemente, olhei diferente para o processo de recuperação dos jovens.
Imagina se um jovem que chega para se recuperar  entra em nossa casa que não tenha beleza que esteja toda suja e o jardim cheio de pedra e tudo seco, como ele se sentiria?
A harmonia ajuda a viver em equilíbrio. Por outro lado de nada adianta ter uma casa bonita, com um jardim lindo, um belo pomar, móveis bons se o coração dos responsáveis pelos jovens não está bem. O que os recuperantes e visitantes vão encontrar? Ou se tem tudo isso e não deixam usar por medo de estragar.
Por isso entendi que a harmonia deve ser um serviço, para servir, acolher aqueles que chegam, um recuperante, uma visita, uma família ou um voluntário. Então a harmonia em nossa vida só vale quando vivemos o desapego e o serviço ao próximo.”
A Fazenda da Solidariedade São Francisco de Assis é uma comunidade que ainda não tem como se orgulhar de sua harmonia e de uma bela construção pelo motivo de estarmos construindo o projeto arquitetônico da Cidade Solidária e todos nós sofremos por ainda não ter cumprido este objetivo. Hoje adaptamos o casarão da Fazenda para atendermos 6 jovens. Com a construção da Cidade Solidária (6 a 8 milhões de Reais) com capacidade de atendermos 60 jovens por ano, realizaremos nossos objetivos.
Para a Fazenda da Solidariedade se nossa comunidade não estiver adequada não há motivos para se sentir bem. Mas se Deus quiser não vai ficar assim por muito tempo.
Todos precisam saber que nossa obra é católica visando o resgate da vida e a dignidade do ser humano e que, portanto, não fazemos acepção de pessoas e de nenhum
credo, todos são acolhidos. O que insistimos é que para eles viverem a sobriedade precisarão continuar amando. E que Jesus não vai perguntar no juízo final se éramos judeus, mulçumanos, católicos, evangélicos ou ortodoxos. As perguntas serão sobre o amor (cf. Mt 24, 40 – 25, 30).
Queridos filhos, Não esqueçam, nosso Carisma é resgatar vidas, recuperando dependentes químicos de qualquer ordem, somente pelo amor através da espiritualidade, da família e do trabalho digno.  “Onde quer que Deus chore, enxugaremos suas lágrimas”.
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Pe. Valdomiro Soares Machado (Frei Valdo)

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo. Um homem sentou e observou a borboleta pôr várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.

Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.

O homem então decidiu ajudar a borboleta: Ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo murcho, era pequeno e tinha as asas amassadas. O homem continuou a observá-la, porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar com o tempo.

Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo pelo qual Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as asas, de forma que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.

Algumas vezes o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos Ter sido . Nós nunca poderíamos voar .

Nossa Missão!


Tudo que planejamos está inserido num projeto maior: o da Solidariedade.
Mas, afinal, o que significa realmente a solidariedade? Entendemos que ela não é apenas a ajuda ao próximo no momento de necessidades; ela é muito mais: é sentir com o outro; é colocar-se no lugar do outro, é abrir o coração para o outro, é apoiar e acolher; é exercitar o dom maior do Amor.
       E o que é apoiar? É estender a mão, é oferecer o ombro amigo, é sustentar de pé aquele irmão que, num momento da fraqueza de sofrimento, ameaça cair.
       E acolher? È receber á abrir os braços é amar e respeitar o nosso próximo, sem importar qualquer tipo de rotulação.
       Enfim, todo o nosso projeto, nossa meta, nosso objetivo maior é simplesmente cumprir o mandamento que nos deu o nosso amado Mestre Jesus; “Amai-vos uns aos outros  como eu vos amei”.
              O que seria, pois, esta casa? Seria um porto, um oásis, um cais onde aqueles que já deixaram as drogas e lutam contra a abstinência pudessem encontrar ajuda.
       Como? Através de orientação psicológico, espiritual, terapia ocupacional, oficinas de diversos tipos.
       Toda nossa ação deve ter uma meta e uma delimitação.
       A nossa ação é o que foi explicado e os limites dessa ação seria o nosso público alvo: jovens a partir dos 18 anos e adultos até os 50 anos. Isso porque não podemos abraças o mundo. Bem sabemos das necessidades da infância, da adolescência e da velhice. Entretanto, se delimitamos a nossa ação à uma faixa etária é exatamente porque não podemos fazer tudo.
       E o que será essa casa? Será uma casa para acolher e apoiar pessoas em processo de abstinência.
O que é abstinência? È o estado do organismo dependente de algumas drogas, como álcool, cigarro, maconha, cocaína, LSD (ácido lisérgico), comprimido de êxtase ou anfetamina, etc. e que fica sem ela.

       A abstinência é um período de extrema fragilidade, é como andar em uma corda-bamba. A qualquer momento, o sujeito pode cair. Por quê? Porque sem a droga da qual o indivíduo depende, orgânica e psicologicamente, o organismo se ”desorganiza” entra em desequilíbrio. O cérebro todo o corpo e a vontade “suplicam” pela droga.
       Uma contrariedade, uma preocupação, um sentimento de rejeição, uma situação de estresse podem levar a pessoa novamente para a droga. Por isso esse período é tão sério e requer de todos nós uma ajuda ampla e profunda.
       Não pretendemos discutir aqui os motivos que levam à ingestão de drogas, mas temos de deixar bem claro que alguma outra coisa, alguma outra atividade, algum outro sentimento, ou mesmo vocação, deverão substituir o droga.
       Terminamos com as palavras de Santa Catarina de Sena: “Deus está encarnado em seu semelhante para que  você se aproxime dele e lhe dê provas de seu amor”.
       E lembremos-nos: não nos cabe, jamais, julgar, mas apenas amar.
       Fazemos nossas as palavras de Charles Singer: “Minhas mãos, vou vesti-las de paz, para distribuir perdão sem medida”.




       “Onde quer que Deus chore, enxugaremos suas lágrimas”.
Frei Valdo