Palavra do Fundador!
EVANGELIZAR COM A BELEZA
Assim diz Luci Rosendo: “Antes de chegar à comunidade terapêutica sempre mexi com estética, moda e designer”. Mas na Fazenda da Esperança tive uma descoberta pessoal imensa de que Deus é o belo e isso mudou meu conceito de beleza e harmonia, consequentemente, olhei diferente para o processo de recuperação dos jovens.
Imagina se um jovem que chega para se recuperar entra em nossa casa que não tenha beleza que esteja toda suja e o jardim cheio de pedra e tudo seco, como ele se sentiria?
A harmonia ajuda a viver em equilíbrio. Por outro lado de nada adianta ter uma casa bonita, com um jardim lindo, um belo pomar, móveis bons se o coração dos responsáveis pelos jovens não está bem. O que os recuperantes e visitantes vão encontrar? Ou se tem tudo isso e não deixam usar por medo de estragar.
Por isso entendi que a harmonia deve ser um serviço, para servir, acolher aqueles que chegam, um recuperante, uma visita, uma família ou um voluntário. Então a harmonia em nossa vida só vale quando vivemos o desapego e o serviço ao próximo.”
A Fazenda da Solidariedade São Francisco de Assis é uma comunidade que ainda não tem como se orgulhar de sua harmonia e de uma bela construção pelo motivo de estarmos construindo o projeto arquitetônico da Cidade Solidária e todos nós sofremos por ainda não ter cumprido este objetivo. Hoje adaptamos o casarão da Fazenda para atendermos 6 jovens. Com a construção da Cidade Solidária (6 a 8 milhões de Reais) com capacidade de atendermos 60 jovens por ano, realizaremos nossos objetivos.
Para a Fazenda da Solidariedade se nossa comunidade não estiver adequada não há motivos para se sentir bem. Mas se Deus quiser não vai ficar assim por muito tempo.
Todos precisam saber que nossa obra é católica visando o resgate da vida e a dignidade do ser humano e que, portanto, não fazemos acepção de pessoas e de nenhum
credo, todos são acolhidos. O que insistimos é que para eles viverem a sobriedade precisarão continuar amando. E que Jesus não vai perguntar no juízo final se éramos judeus, mulçumanos, católicos, evangélicos ou ortodoxos. As perguntas serão sobre o amor (cf. Mt 24, 40 – 25, 30).
credo, todos são acolhidos. O que insistimos é que para eles viverem a sobriedade precisarão continuar amando. E que Jesus não vai perguntar no juízo final se éramos judeus, mulçumanos, católicos, evangélicos ou ortodoxos. As perguntas serão sobre o amor (cf. Mt 24, 40 – 25, 30).
Queridos filhos, Não esqueçam, nosso Carisma é resgatar vidas, recuperando dependentes químicos de qualquer ordem, somente pelo amor através da espiritualidade, da família e do trabalho digno. “Onde quer que Deus chore, enxugaremos suas lágrimas”.
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Pe. Valdomiro Soares Machado (Frei Valdo)
Pe. Valdomiro Soares Machado (Frei Valdo)

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